Não me sinto triste...nem cansada... Penso que a palavra certa será .... Fustigada ... Fustigada pela vida. Chicoteada de tanto lutar nesta minha batalha. Embora não me sinta vencida.... Embora teimosamente decidida a avançar.... Lançar como começo um novo grito de iniciação a uma nova caminhada em direção ao inimigo. E assim começo novamente uma batalha ...travada entre mim e a minha vida... Mas tambem sei que nem sempre conseguimos erguer os braços ao ceu vitoriosos de nós mesmos....nem sempre conseguimos espetar na terra a nossa bandeira mostrando que somos donos e senhores dessa vitória.... Por vezes....mesmo quando saimos vivos duma batalha, que foi sangrenta,que deixou marcas na nossa carne,duma luta travada por nós mesmos...conseguimos,como que,do cimo duma montanha vislumbrar o leito de morte,o rasto de sangue dos que jazem,onde tivemos que sair correndo para sobreviver.... São duras lutas que nos futigam e nos levam por vezes a questionar se vale a pena ir de novo...
Comentários
A dança do vento,
A dança da chuva,
A dança do ventre,
A dança da vida
A dança.
É em perfeito desalinho que as almas se encontram para dançar.
Beijos!
Alcides
dancas-te ao ritmo das ondas
desfalecestes...como espuma no areal....mas continuarás a ter forcas para dancares....
obrigada pelo teu bonito comentario
que colocas-te no meu blog.....
te desejo tudo bom para Ti
um beijo....
Rui
Mas na verdade procuramos sempre um "Pas de Deux", e queremos dançar sempre...assim... juntos...
Mas é aqui que nos perdemos...
Um Beijo
Lita
A trilogia perfeita!...
Beijos...
Dançar num mar de devaneios, também me parece sombrio, mas, à mim, em nada perde para o merecido elogio.
A vida, o destino, desatino, é sempre um caminhar sombrio.
Os dias que fui, são embranquecidos na névoa do passado, os dias que serei, estão envoltos de nuvens vindouras...
Mas, o que sou, é presente e claro, o ontem e o amanhã são lugares em que há sombras a se dissipar... onde ainda não avisto ao certo o que se fora e nem o que será.
Obrigado pela companhia,
Forte abraço!