sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Um dia bom para sorrir!!!!





                                   Para um dia de chuva,nada melhor que perder um tempinho a,................
                                                    .....................a sorrir!!!!!!!!!!!!
                                                    Ainda existem coisas bem engraçadas


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Aquilo que eu amava



È longa e demais a tua ausencia...
È penosa e triste a minha espera...em vão.
Entreguei nas tuas mãos e no teu mais brilhante e doce olhar... o meu coração.
Perdi-me em momentos que jamais pensei voltar a viver,
Se eram suficientes?
Nunca é suficiente demais,o que desejamos com tanta intensidade.
Nunca é suficiente demais,para o grandioso sentimento que nasce cá dentro.
Mas eu me contentava...
Mas eu sempre te esperava...
E um dia até ganhei forças e fui vencedora de mim mesma...
Ultrapassando os meus obstáculos,com a força que sentia.
E porquê?
Porque acreditei no Amor.
Porque acreditei que um dia poderiamos ser, um só.
A perfeita uniam de duas almas, que já se conheciam...
A finalização de algo que começara muito antes de nos conhecermos.
Mas tudo foi....em vão.
Perdemo-nos nas palavras que nunca dissemos ou que  nunca soubemos entender como tal...
Eu...fiquei á espera...
Voei alto demais...queimei as minha asas no intenso brilho do Sol.
Caí....e não mais me consegui levantar,esperei que me viesses buscar...
Que me procurasses...
Minhas asas poderiam ter crescido de novo com a força do teu Amor...
Só mais tarde entendi.
Só mais tarde precebi,que eras a outra parte de mim.
Que naquele dia, em que vi um ponto brilhante em ti.Sube que eras a outra parte de mim...
Hoje consigo entender,consigo viver sem procurar,apenas aceito.
Todos nós,nalgum momento das nossas vidas,nos cruzamos com ela e reconhecemo-la.
Eu reconheci,pelo brilho dos teus olhos,desde o primeiro dia que te vi.
Ainda sinto o teu toque...
Vislumbro o teu olhar...
Sinto o teu cheiro...
Tenho o teu sabor...

"-As pessoas dão flores de presente porque nas flores está o verdadeiro sentido do Amor.
Quem tentar possuir uma flor,verá a sua beleza murchar.
Mas quem apenas olhar uma flor num campo,permanecerá para sempre com ela.Porque ela combina com a tarde,com o pôr do sol,com o cheiro da terra molhada e com as nuvens no horizonte.(...)
(...)Que nunca serás minha meu,e por isso ter-te-ei para sempre.Foste a esperança dos meus dias de solidão,a angustia dos meus momentos de dúvida,a certeza dos meus instantes de fé.
«Porque eu sabia que a minha Outra Parte chegaria um dia »(...)

                                                                                                       Paulo Coelho-Brida


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Ode de Amor




Foi demorada a tua ausência, Ode de amor.

Transcendeste os portais da imortalidade!
Te aguardei fiel, com velada ansiedade …
Tu me compunges a alma de saudade!

Ao retornares trazes odes estelares
Sonhos, amores, nuances e loucuras…
Como sofri tua ausência – podes tu saber?

Ai, conta-me tuas viagens e bravuras.
Farás morada outra vez nestas paragens,
Ou só matarás minha sede e agonia?
Derramarás aos meus pés tuas roupagens,
E ficarás, eu sei, até o raiar do dia!

Não te despeças… Partas assim que eu dormir…
Não quero de novo sofrer, quando te ver partir!



*** MÍRIAN WARTTUSCH ***












sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Mãe...

                                 

A primeira lição que todas as Mães
                              deviam  aprender,é que...
                      As melhores Mães,não são perfeitas.
                                                          Mas sim Felizes!

                                                                                                             Eu aprendi isso e tu Mãe...,não?!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Se....



Se deixasse o meu coração falar, ainda que fosse baixinho, quanta coisa ele te diria contra a minha vontade. Diria certamente que, por mais que a minha cabeça tente, ainda não te expulsei daqui de dentro. Contaria, sem possível margem de erro, as inúmeras vezes que fecho os olhos para te sentir mais perto. Falaria sobre os momentos em que estiveste presente, em que fazia por não te querer , em que tentava ser forte, em que me sufocavas com a tua ausencia, em que me fazias sentir culpada, em que me fazias sentir insegura.
Se deixasse o meu coração falar, ainda que fosse por segundos, quantas coisas que tu querias ouvir e eu pretendo calar,mas ele diria. Diria que gostava do teu olhar e da maneira como ele procurava o meu. Diria ainda que quando eles - os nossos olhares - se encontraram, o mundo à volta se auto-destruiu e o único barulho que existia eramos nós que o faziamos. Falaria desse teu cheiro que tento afastar, desse teu sabor que tento apagar, desse teu toque que tento esquecer. Contaria, com precisão, as vezes que o meu corpo se contorce de desejo pelo teu.
                       Se deixasse o meu coração falar, ainda que fossem umas breves palavras...
                                                           .... não o deixaria falar por agora...







quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Somente o presente

                


                  "Trabalhar muito impede-nos de pensar no que aconteceu ou irá acontecer.
                                                        Força-nos a viver no presente."


Gosto de pegar no carro e serpentear na estrada desta serra,estar atenta ás curvas e contracurvas e deixar-me conduzir de janela aberta expirando o ar fresco da manhã.Parar em frente ao mar,sentar-me na esplanada e lêr o meu livro eleito.
Gosto de cozinhar, entregar-me complusivamente a fazer pratos de comida,bolos e doces.Reinventar novas receitas.Torna-las minhas e preencher a minha mente com a preocupação dos ingredientes.
Gosto tambem de fazer ponto cruz.Iniciar um quadro novo,uma toalha.Deixar que surga como uma pintura o trabalho no pano.Fazer contagem de quadrado a quadrado,não tendo tempo para pensar em mais nada.
Gosto de fazer as compras distraidamente e pausadamente.
Entre tantas coisas que faço,não me sinto cansada.Pelo contrario se sentir que não estou com as minhas mãos ocupadas e o meu cerebro entretetido com a proxima tarefa,fico de imediato enervada...
É como se trabalhar muito fosse a unica forma de manter tudo no lugar.Implica que não tenha energia para me preocupar ou tempo para fazer planos.O trabalho preenche toda a minha vida e eu não me importo.
È melhor assim,penso eu,do que deixa-la oca e vazia.
Ao fim da tarde a minha vida preenche-se com os risos e conversas com a minha filha.Os trabalhos de casa,as brincadeiras entre nós,o banho, o jantar...e por fim novamente o sossego...deito-me e adormeço...apenas e somente aqui não consigo controlar a mente e muitas e muitas vezes,apareces em sonho para me comtemplares com emoções que á tanto deixaram de existir.
Ao acordar sinto que vivi algo inacreditavelmente maravilhoso e deixo-me novamente e forçosamente viver apenas e somente no presente.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Eles....partiram.


Existe,como que,um oceano,um horizonte,entre eles.
Um lugar,um tempo,perdido... para sempre.
Eu,suavemente deixo-me entrar nesse oceano ou horizonte,nesse espaço perdido,somente a observá-los.
Noto e aprecebo-me que poderiam ter sido tanto...e são tão pouco.
Dois corpos que se movimentam no mesmo trajecto da vida e duas almas distintas, que  jamais se encontraram,jamais se entrelaçaram.Apenas partilham o mesmo espaço de tempo.
Triste? Doentio? Questiono-me.
Conformo-me que, meramente ou infelizmente, se acomodaram.
Já não existe sol no olhar de ambos,á tanto tempo.
Acreditaram,julgaram há muitos anos.E foi um veredicto sem retorno,parados no tempo,como uma pedra sepulcral.
E eu apenas...observo tudo isto.
Ao longo do tempo habituaram-se a ficar assim,um ao lado do outro, em profundo silêncio.Ele nunca se desgostou,ela apenas aceitou.Mas com o passar do tempo,dos anos,com o afastamento era preciso forçar a intimidade viciada pela solidão.Intimidade essa que acabou por deixar de existir totalmente.
E a coragem? Questiono-me novamente.
A coragem,pertençe aos amores novos,os amores velhos são sempre um pouco cobardes.
Eu...comparo-os,a ser como uma velha peça de roupa,um velho casaco que perdeu o corte original e, com ele,o desconforto da rigidez e que precisamente a cedência,o desgaste natural do tecido,torna-o no tempo certo de ser substituido ou apenas guardado numa gaveta,apenas amontuado num monte de coisas que já não servem para mais nada.
O desfazer de algo que se gostou e agora já não se gosta mais.Mas que se sente pena de deitar fora.
Colei os lábios á chavena e engoli.O café estava bom,mas eu tinha a boca empastada pelo cansaço.
Deixei-os...e encostei-me á cadeira da velha esplanada,saboreando o tempo fresco e humido desta serra que tanto aprecio pela manhã e descansei...
Deixei-os partir... de mim....



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Perdidos num olhar




 Ultimamente, todos os dias, têm existido, momentos....
Mesmo que,... apenas  minutos.
...São verdadeiros bálsamos para o meu espirito!