
Divaguei nos meus rabiscos de carvão
Onde te vim a encontrar...
Era longo o caminho então
Que eu tinha de caminhar...
Nostálgicamente te recordei...
Em pares duas lágrimas desceram
No meu rosto escorregaram
E eu jamais as limpei...
Nestes rabiscos de papel
Invento-te de novo...
Num doce sabor de mel
E sempre me comovo...
E silenciosamente me deixo
Apenas ficar a divagar
Nos meus rabiscos de carvão....
9 comentários:
Que lindeza, minha querida!
Poder redesenhar o amor, a presença e as lembranças em rabiscos de carvão. O bom é que eles ficam para sempre, ainda que a realidade contradiga.
Beijo,
Inês
Rabiscos....
pedaços de vida que se juntam e formam a palavra NÓS...
Beijão !
carvao?
ui ... nao gosto nada. muito pesado e feito de memorias queimadas.
Va de lapiz de cera de cor qq para a proxima
bjinho
Moonlight,
Rabiscos são esboços que podem se tornar uma linda arte final.
Prazer em te ler de novo!
Beijos!
Alcides
Seja como for, vale recordar. Ainda que em "rabiscos a carvão"..................
Bom que tenha voltado....... gosto muito de ler teus posts.
Abraço
Adorei, esta imagem está fabulosa.
Beijos de um anjo
Susana
São dos rabiscos que nascem grandes obras...
Beijo de um anjo
Se rabiscar te faz bem então continua e deixa k as lagrimas caiam soltas, livres...
Adorei!
Beijinho de lua*.*
Mesmo muito bonito... por vezes o caminho é mais longo por nossa própria escolha... por mera ignorância nossa... :)
Mas este poema é mesmo magnífico. E os rabiscos de carvão também... :)
Parece um anjo profundamente amargurado... vejo nessa imagem alguma dor... mas, curiosamente, também vejo transformação... :)
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