Guerreira
Não me sinto triste...nem cansada... Penso que a palavra certa será .... Fustigada ... Fustigada pela vida. Chicoteada de tanto lutar nesta minha batalha. Embora não me sinta vencida.... Embora teimosamente decidida a avançar.... Lançar como começo um novo grito de iniciação a uma nova caminhada em direção ao inimigo. E assim começo novamente uma batalha ...travada entre mim e a minha vida... Mas tambem sei que nem sempre conseguimos erguer os braços ao ceu vitoriosos de nós mesmos....nem sempre conseguimos espetar na terra a nossa bandeira mostrando que somos donos e senhores dessa vitória.... Por vezes....mesmo quando saimos vivos duma batalha, que foi sangrenta,que deixou marcas na nossa carne,duma luta travada por nós mesmos...conseguimos,como que,do cimo duma montanha vislumbrar o leito de morte,o rasto de sangue dos que jazem,onde tivemos que sair correndo para sobreviver.... São duras lutas que nos futigam e nos levam por vezes a questionar se vale a pena ir de novo...

Comentários
Das duas maneiras se perde. Sendo assim, o melhor que se faz é, civilizadamente, sentar-se e dizer o que deve ser dito, encerrar o assunto e depois o esquecê-lo.
Um longo uivo para você, amiga!
sou Wicca, nunca me calo e não sei viver sem vomitar tudo que tenho cá dentro.
Sinto um sufoco no peito, uma agonia,uma tristeza que me mata quando eu não acabo os assuntos que ficaram meios acabados.
Saber falar é um dom, aprender a escutar é uma arte.
Amiga,se deve fazer sempre paz com o nosso ''eu''.
Um beijinho com carinho e amizade pra ti,linda amiga
Rachel
Tanto o que se diz como o que fica-se por dizer podem ser mal interpretados, mas concordo com você.
O que se diz é um caminho para um diálogo, já o que fica suspenso é um mar sem fim de pessamentos e interrogações.
Beijos!
Alcides
tanta coisa haveria a dizer....na altura cada um para seu lado, vivia sentimentos com nomes diferentes, porque na realidade muitas vezes tocam-se de iguais...Dependem da maneira como se apresentam ( nos sentires e nas disponibilidades) para serem ou não vividos de acordo com o ritmo e tempo que cada um precisa para os viver ou ultrapassaar, há quem não consiga viver dor de morte e emoções de paixão/desejo/amor ao mesmo tempo. Mas também há quem as consiga viver e transformá-las em emoções que curam!
Não vale a pena chorar sob o leite derramado.
O que não foi dito não saberíamos rebuscar, o que sufocar perguntamos, temos sempre á mão forma de o fazer, agora já não adianta ou acrescenta nada para a felicidade de cada um de nós e é só nisso que nos devemos concentrar.
Não podemos ser assim... intransigentes e exigentes... não há certezas certas nesta vida...
Há que ser mais flexível e entender, não tirar conclusões erradas baseadas em suposições...
Temos que nos libertar e libertar os outros...
Bj.
uma boa conversa é uma boa saída.
beijo e obrigada pela visita, volte sempre!
Beijinhos!