quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Quem é livre realmente?




"...livre num mundo onde não existem pessoas,é o mesmo que viver presa..."

Palavras não mais esquecidas por minha pessoa,desde o momento em que alguém as dissera.
Realmente,é uma verdade,mas o que será pior?;
Ser uma livre prisioneira,num mundo sem pessoas ou ser uma prisioneira livre,num mundo cheio de gente?......
Acabamos todos por ser prisioneiros de mundos diferentes,que tanto tem em comum.
Mundos onde os sentimentos são guardados a sete chaves por medos surrealistas.
Onde ás vezes parecemos empenhados ou sinceros,mas aquilo que chamamos,hesitações ou timidez,talvez seja apenas formas de precaução,para ter a certeza que não nos vamos enganar ou aprisionar.
Mundos onde as verdades são escondidas,para não serem descobertas e decifradas.
Mundos onde os sorrisos iluminam os olhos e entristecem a alma.
Mundos onde estendemos as mãos e de volta recebemos meramente palavras ou actos desconfortantes(e quando recebemos)...
Onde será melhor viver?
Como será melhor viver?
Livremente....prisioneira....ou simplesmente....prisioneira....livremente....???

2 comentários:

Anónimo disse...

Quem é livre realmente?...
Todos nós somos prisioneiros de nós mesmos...
Prisioneiros das nossas âncias
Prisioneiros das emoções
Prisioneiros da consciência...
Essa consciência que na infancia nos ensinaram como certa...
Hoje somos adultos e mesmo tendo nova consciência do que é certo, permanece em nós o dever de não desiludir-mos quem acreditou que nos educava dentro dos padroes politicamente correctos e fazia de nós seres dignos de orgulho...
Só que se esqueceram de nos ensinar que no meio de toda essa certa consciência, não poderiamos nunca abdicar do sentimento de liberdade...
Não os culpo; também eles foram apr
isionados na infancia, fizeram o seu melhor...
Cábe-nos a nós quebrar as amarras de tudo o que nos faça infelizes, sem nos sentir-mos culpados de talvez não ser-mos politicamente correctos.

anitsirc disse...

Quem é livre realmente?...
Todos nós somos prisioneiros de nós mesmos...
Prisioneiros das nossas âncias
Prisioneiros das emoções
Prisioneiros da consciência...
Essa consciência que na infancia nos ensinaram como certa...
Hoje somos adultos e mesmo tendo nova consciência do que é certo, permanece em nós o dever de não desiludir-mos quem acreditou que nos educava dentro dos padroes politicamente correctos e fazia de nós seres dignos de orgulho...
Só que se esqueceram de nos ensinar que no meio de toda essa certa consciência, não poderiamos nunca abdicar do sentimento de liberdade...
Não os culpo; também eles foram apr
isionados na infancia, fizeram o seu melhor...
Cábe-nos a nós quebrar as amarras de tudo o que nos faça infelizes, sem nos sentir-mos culpados de talvez não ser-mos politicamente correctos.