Não há nada mais....
Nos teus desvaneios de silêncio.
Nas tuas palavras sentidas no desasossego do teu interior.
Nos teus pensamentos mais secretos.
Nas tuas entrelinhas, eu descanso.
Nas tuas entrelinhas, eu creio no desengano que trazes contigo.
Não há nada mais.....
Duvidas dos momentos de calmaria, duvidas das aproximações duvidosas.
Duvidas daquilo que pensas saber o que é, mas não admites que pode não ser.
Duvidas da cegueira interior, pois ela leva-te ao caminho das trevas.
Duvidas das sombras que congelam os teus sentimentos e do que o exterior te faz acreditar em um minuto. Pensas sempre antes de agir e duvidas sempre... antes de aceitar....
Em um segundo, podes ser puxado para baixo e cair no abismo....
Buscas sempre as respostas, mesmo que nem o mais sábio dos homens as tenha descoberto.
E descobres que,
Não há nada mais....
terça-feira, 17 de maio de 2011
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Vamos mas é rir!!!!!!!!
O sorriso é a porta aberta da felicidade interior,é dádiva que ilumina não apenas o rosto....mas toda a alma!
Afinal o nosso sistema de ensino ainda cria jovens inteligentes...Divirtam-se!
Professor:
O que devo fazer para repartir 11 batatas por 7 pessoas?
Aluno:
Puré de batata, senhor professor
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O professor ao ensinar os verbos:
- Se és tu a cantar, dizes: "eu canto". Ora bem, se é o teu irmão que canta, como é que dizes?
- Cala a boca, Alberto
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- "Stora", alguém pode ser castigado por uma coisa que não fez?
- Não.
- Fixe. É que eu não fiz os trabalhos de casa.
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- Manuel , diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
- Eu caminho... tu caminhas... ele caminha...
- Mais depressa!
- Nós corremos, vós correis, eles correm!
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Professor:
Chovia, que tempo é?
Aluno:
É tempo muito mau, senhor professor.
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Professor:
De onde vem a electricidade?
Aluno:
Do Jardim Zoológico!
Professor:
Do Jardim Zoológico?
Aluno:
Pois! O meu pai, quando falta a luz em casa, diz sempre: "Aqueles camelos...".
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Professor:
Quantos corações temos nós?
Aluno:
Dois, senhor professor.
Professor:
Dois!?
Aluno:
Sim, o meu e o seu!
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Dois alunos chegam tarde à escola e justificam-se:
- 1º Aluno:
Acordei tarde, senhor professor! Sonhei que fui à Polinésia e demorou muito a viagem.
- 2º Aluno:
E eu fui esperá-lo ao aeroporto!
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Professor:
Pode dizer-me o nome de cinco coisas que contenham leite?
Aluno:
Sim, senhor professor:
Um queijo e quatro vacas.
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Um aluno de Direito a fazer um exame oral:
O que é uma fraude?
Responde o aluno:
É o que o Sr. Professor está a fazer.
O professor muito indignado:
Ora essa, explique-se...
Diz o aluno:
Segundo o Código Penal comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar!
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Professora: Maria, aponta no mapa onde fica a América do Norte.
Maria: Aqui está.
Professora: Correcto. Agora turma, quem descobriu a América?
Turma: A Maria.
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Professora: João, menciona uma coisa importante que exista hoje e que não havia há 10 anos atrás.
João: Eu!
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Professora: Francisco, porque é que andas sempre tão sujo?
Francisco: Bem, estou muito mais perto do chão do que a Sr.ª. Professora.
________________________________
Professora: Agora, Simão, diz-me sinceramente, rezas antes de cada refeição?
Simão: Não professora, não preciso. A minha mãe é uma boa cozinheira.
______________________________
Professora: Artur, a tua composição "O Meu Cão" é exactamente igual à do teu irmão. Copiaste-a?
Simão: Não. O cão é que é o mesmo.
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Professora: Bruno, que nome se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
Bruno: Professora
quarta-feira, 4 de maio de 2011
segunda-feira, 2 de maio de 2011
A Rainha de Maio
-No primeiro dia de Maio,declarou uma velha aranha dos campos cheia de sabedoria-é o dia em que nós,os insectos,elegemos a Rainha de Maio.
-Acha que me vão escolher a mim?Não escolhem, pois não?-prguntou a Liz.
Liz era uma lagartinha verde que nem sequer tinha uma risca de outra cor a embelezá-la.
-Não me parece-respondeu a aranha velha,delicadamente.-Mas podes assistir á coroação da Rainha de Maio.Todos lanceremos flores á sua passagem.
Nessa noite,quando se deitou,Liz estava muito triste.
-Que inveja tenho daqueles que nasceram bonitos-pensou,enrolando-se dentro do seu confortável casulo.
Liz dormiu durante muito tempo.Quando acordou,sentiu-se aquecida pelos raios de sol.
Então deslizou para fora do seu casulo,trepou para cima de uma flor e sentou-se nela.
De repente,sentiu-se transformada.Torceu-se e percebeu que lhe tinham crescido umas asas...
Umas asas magnificas,de variados tons.
-Como é possivel isto?-perguntou ela a si propia.
Mas não teve muito tempo para pensar no caso,porque foi interrompida por vozes e risos.
Liz viu-se rodeada por uma multidão de insectos que gritavam:
-Acha que me vão escolher a mim?Não escolhem, pois não?-prguntou a Liz.
Liz era uma lagartinha verde que nem sequer tinha uma risca de outra cor a embelezá-la.
-Não me parece-respondeu a aranha velha,delicadamente.-Mas podes assistir á coroação da Rainha de Maio.Todos lanceremos flores á sua passagem.
Nessa noite,quando se deitou,Liz estava muito triste.
-Que inveja tenho daqueles que nasceram bonitos-pensou,enrolando-se dentro do seu confortável casulo.
Liz dormiu durante muito tempo.Quando acordou,sentiu-se aquecida pelos raios de sol.
Então deslizou para fora do seu casulo,trepou para cima de uma flor e sentou-se nela.
De repente,sentiu-se transformada.Torceu-se e percebeu que lhe tinham crescido umas asas...
Umas asas magnificas,de variados tons.
-Como é possivel isto?-perguntou ela a si propia.
Mas não teve muito tempo para pensar no caso,porque foi interrompida por vozes e risos.
Liz viu-se rodeada por uma multidão de insectos que gritavam:
-Viva a mais bonita de todas!Vamos nomeá-la Rainha de Maio!
Puseram-lhe uma coroa de pétalas e levaram-na em triunfo.Então Liz levantou voo,sob uma chuva de flores que lhe lançavam os seus novos vassalos.
Foi o dia mais feliz e lindo da suas vida!
Nessa noite,feliz e cansada,Liz lembrou-se do que a mãe lhe tinha dito:
"Um dia haverás de te transformares numa linda borboleta."
-Portanto-disse baixinho-há insectos,que não nascem bonitos,mas que depois se fazem bonitos!
E adormeceu.
(História dedicada ontem pela minha filha a mim,-Dia da Mãe-lida do meu livro 365 histórias de encantar oferecido-me no ano de 1977,quando eu tinha 7 anos,os mesmos anos que ela têm agora )
E eu dedico esta história a todas as Mães!quinta-feira, 28 de abril de 2011
Amor Persistente

Foi mais facil fugir ao que sinto por ti....
Do que ganhar coragem e dizer-te que ainda gosto de ti e sempre te amei....
Um dia mais tarde,vários anos depois de um amor eterno e sem contratempo que acabou mas sempre permaneceu a esperança,encontraram-se por acaso num sitio comum.Sorriram,olharam-se nos olhos e ele acabou por dizer..."já foste minha namorada..." ela sorriu e respondeu..."pois fui..."ele colocou as mãos nos bolsos e sorriu uma vez mais...
Trocaram numeros de telemoveis e promessas.
Durante uns meses a conversa era sempre alegre e agradavél,o tempo rumava como o vento na vela de um barco...,a favor.
Encontros marcados e desmarcados...
Mensagens escritas com palavras cheias de estrelas e luares,palavras magicas.
Um dia, foi o dia prometido,anunciado...
Ela esperava-o ansiosamente e ele chegou! Abriu a janela do carro e com um sorriso nervoso disse..."entra!"
Os olhos foram os primeiros a beijarem-se, depois, rosto no rosto e o toque suave e saudoso de uns labios quentes.As palavras essas vieram devagar nervosamente de ambos os lados e seguiram seu rumo com conversas banais e descompassadas.
No restaurante,frente a frente os olhos denunciavam algo mais....que os actos escondiam...brindaram,"para matar saudades..." disse ela,divertida e feliz.Observam-se em silêncio,com tanto para dizerem.Ele estendeu a mão e afagou a dela entrelaçando os seus dedeos nos delas e beijando-a delicadamente.
Sem palavras para exprimir a perplexidade, sopesando os anos que passaram sem se verem,recordando aquela altura em que não havia mais nada,mais ninguêm,para eles,senão os dois,ela teve vontade de lhe dizer o quanto ainda o amava,mas remeteu-se apenas ao silêncio,a um leve e dócil sorriso.
Falaram apenas deles,das suas vidas,do que fizeram,do que andavam a fazer,puseram a conversa em dia como se o tempo não tivesse passado.
Sairam de maõs dadas com muito mais por dizer...conversaram no trajecto até casa dele. E no elevador a vontade dele foi arrebatadora...ela voltou a sentir aqueles braços fortes e grandes em seu redôr...como antes...protegendo-a de tudo e de todos.Sentiu os seus lábios quentes num beijo ardente e demorado...e sem demora envolveu-o e retribui da mesma forma.
Existem momentos eternos que jamais esquecemos e jamais morrem.Perduram por toda a etrenidade se buscando mutuamente,mesmo que a vida separe.
Entregaram-se um ao outro como nos velhos tempos...viveram por horas o amor que os unia por uma eterenidade.E voltaram a ser um do outro,voltaram a ser felizes.
Enquanto descansavam,lembraram velhas hitórias,os amigos, o porquê do fim...a idade em que pensavam que tinham tudo nas mãos e os levou a cometer actos involuntarios.... deixaram-se seduzir pelo momento...e quando deram conta já estavam vivendo vidas opostas.
Despediram-se com um leve beijo,com uma promessa de se tornarem a encontrar em breve,sabendo ambos que não era para cumprir,que isso provavélmente não aconteceria....
Separam-se no parque de estacionamento,foram cada um para seu lado.Estava a chover forte e ela subiu as abas do casaco,encolhendo-se afastou-se a correr em direcção ao carro.
Ele, sem pressa,permaneceu com o carro parado,olhando-a.Só depois de a vêr entrar para dentro do carro arrancou.
Ela sentou-se,trancando o carro e vendo-o afastar-se...ficou a meditar no encontro,no delirio que ele lhe provocou,espantada com o amor que ainda existia dentro do peito dela,no seu coração.Recordou como esse amor nunca lhe saiu da cabeça, como o amor que lhe tivera ao longo desses anos todos,como se lembrava dele,tal e qual como no passado, quando se lembrava dele por tudo e por nada,a todas as horas do dia.Como vivera com ele uma entrega total e como tudo é efémero até o amor vivido com uma entrega total.
Sobressaltou-a uma leve nostalgia...
Poês o carro a trabalhar e arrancou a sorrir sozinha,desconcertada disse para si propia em voz alta..."eu te encontrei!Agora sei porque quando á anos atraz eu olhava nos teus olhos e sentia um conforto...um lugar seguro."
Todos nós, mesmo sem nos lembrarmos, voltamos á terra para resgatarmos algo.
Ela podia ter-lhe dito mas....
Foi mais facil fugir ao que sentia por ele....
Do que ganhar coragem e dizer-lhe que ainda gostava dele e sempre o amou....
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Evolução

Têm vezes,na vida, que eu me sinto como uma linda borboleta....
Autotransformação,clareza mental, novas etapas, liberdade, renascimento. A borboleta representa os ciclos da vida, movimento e mudança. Elas possuem um período curto de vida. Elas nos preparam para mudanças e progressos. Quando você se sente estagnado e incapaz de se mover, a evolução entre em cena e lhe dá a força necessária para iniciar as mudanças. O medo é normalmente o maior obstáculo para as mudanças.
A borboleta sai da segurança de seu casulo para se deparar com um novo mundo em sua nova forma confiando em suas asas frágeis em um vôo ainda desconhecido.Insatisfações com sua vida, com relacionamentos e crises lhe forçam a tomar atitudes e promover mudanças radicais. A borboleta lhe trás a mensagem para você se preparar para as mudanças antes que elas caiam sobre você, sem aviso. Lembre-se que em todo fim há um novo começo.
Evoluir não é querer ser a borboleta sem ter sido a larva mísera e preta, é atravessar o lado escuro e nascer como o lírio perfumado e puro. É dia após dia renascer, é tropeçar nas faltas e ressurgir dos erros praticados, é prosseguir, cair e outra vez erguer. Evoluir é depurar a alma cativa, é lapidar a pedra rude e viva, dar-lhe a aresta, o brilho e o destino. Evoluir é retirar lições das dores, dos espinhos retirar as flores, e do erro, o máximo de ensino.
Desde a primeira vez em que perdemos uma parte da nossa alma (não tendo a mesma regressado), continuamos na busca incessante, dessa preciosa parte de nós; e enquanto não a resgatamos, vamos atraindo os mesmos acontecimentos e repetindo traumas semelhantes - as vidas vão mudando, as pessoas vão mudando, mas as histórias repetem-se.(autor desconhecido)
Voltei!!!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Utopia
Olho para o lado, a cama está vazia....
Não faz mal...
Volto a fechar os olhos e imagino.
Imagino e adormeço...
sábado, 16 de abril de 2011
(...)
Cada minuto que passa pode ser tudo que me resta para viver,mas eu desperdiço o tempo como se ele fosse infinito.Penso, logo sei que existir é uma circunstância. "
Elizabeth Jhin
quarta-feira, 13 de abril de 2011
A velhice tambem é bela!
"Um dia descobrimos que não nos transformamos em quem sonhávamos ser
e isso não tem nada de errado... "
Por Hilda Lucas
A juventude é uma vertigem. As cartas ainda não foram dadas, os dados não foram lançados. O leque das possibilidades é imenso e sedutor. Somos fortes, belos e não temos medo da morte por isso sonhamos o impossível, o improvável e o utópico. Benditos sejam os dias e os anos da nossa juventude: eles nos dão uma dimensão de poder e invulnerabilidade que nunca mais teremos.
Eternos sempre serão os dias e os anos da nossa juventude porque o tempo não existia. Tínhamos tanto tempo que desperdiçávamos ou desdenhávamos das horas como se elas fossem inesgotáveis.
O tempo não era contado muito pelo contrário, na nossa avidez de tudo sentir e viver, queríamos que ele voasse. As horas não eram preciosas pois não eram raras, nem caras. Intactos sempre serão os dias da nossa juventude: só então fomos eternos.
Às vezes nos lembramos daquela arrogância maravilhosa e sentimos saudade da experiência da plenitude bruta e gratuita, do vigor físico e do idealismo heróico. No entanto, não conheço nenhum "adulto" razoavelmente bem resolvido que quisesse voltar a ser jovem - a não ser ter "juntas e vista" de jovem como diria João Ubaldo.
Descobrimos que se não somos especiais como pensávamos ser isso não é triste nem nos transforma em perdedores. É só vida real. Descobrimos que se não somos geniais ou revolucionários somos nossos próprios heróis. Descobrimos que não transformamos o mundo mas tocamos pessoas. Descobrimos que o possível é mais complexo que o impossível porque o possível está à nossa frente não no mundo das idéias. Descobrimos que o projeto de paz mundial não é viável sem paz interior. Descobrimos que mesmo sem prêmios nóbeis, fortuna ou fama nos realizamos em profissões e atividades comuns e isso não tem nada a ver com mediocridade.
Não somos o avesso do jovem que fomos: somos quem pudemos ser e se fazemos o nosso melhor, se lutamos com coragem nossas pequenas lutas, se defendemos com dignidade nossas bandeiras, se amamos com generosidade nossos amigos, pais e filhos, se respeitamos nossos semelhantes e a nós mesmos somos com certeza especiais, de um jeito muito real.
"Um dia descobrimos com serena maturidade que não nos transformamos
em quem sonhamos ser na juventude mas em alguém muito melhor..."
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Nunca voltes ao lugar onde já foste feliz
Capela-do-Sr-de-Pedra-em-Miramar-Vila-Nova-de-Gaia
Nunca voltes ao lugar onde já foste feliz....
Há pessoas que entram na nossa vida de surpresa, da forma mais inesperada. Foste um desses casos - a coincidência levou-te a abrir a porta e a entrar. Enquanto dela fizeste parte, gostei muito da companhia. Mais do que esperava vir a gostar. Não sei se algum dia percebeste, ou sequer suspeitaste a dimensão dos meus sentimentos por ti. Nunca te disse nada nesse sentido; sabia que o sentimento não era recíproco. E sabia que, a prazo, acabarias por sair da minha vida da mesma forma que nela tinhas entrado. Não me enganei em nenhum daqueles pensamentos, ainda que a forma que a saída tomou tenha sido algo inesperada. Hoje, por motivo nenhum em particular, lembrei-me de ti. Pensei em dizer-te algo. Um simples "olá". Não o fiz. Nem o poderia fazer.Foi um Verão apenas um doce e simples Verão.
Nunca voltes ao lugar onde já foste feliz....
"(...)Por grande a tentação que te crie a saudade
Não mates a recordação que lembra a felicidade
Nunca voltes ao lugar onde o arco-íris se pôs
Só encontrarás a cinza que dá na garganta nós."
Rui Veloso
quarta-feira, 6 de abril de 2011
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Insónia
Todo este tempo, todo o tempo que deixo de estar aqui, encontro-me lá fora, no mundo, a procurar o que outros procuram, a fazer o ...








