terça-feira, 13 de abril de 2010
Dia internacional do Beijo
Hoje venho aqui falar do beijo. Tema simples não é, todos sabemos beijar, mas será que você sabe o tipo de beijo que você dá? Será que não podemos varias os beijos, para adoçar um pouco seu relacionamento?
Numa pesquisa simples e retirando alguns trechos da net passo a designar o significado do
beijo.
No dicionário, é o ato ou efeito de tocar os lábios sobre qualquer parte do corpo de uma pessoa, animal, ou sobre objeto querido ou com valor simbólico, podendo incluir também movimentos de sucção, preensão etc.
No corpo, o beijo é uma bomba. Para beijar, o ser humano movimenta 29 músculos
(doze dos lábios e dezessete da língua). As batidas do coração sobem, em média,
de 70 para 150 vezes por minuto durante o amasso. O beijo apaixonado pode significar a aplicação de uma pressão de 12 quilos sobre os lábios. Um beijo caliente, que dure 10 segundos, é capaz de queimar até 12 calorias.
E no coração, o beijo desperta sentimentos tão fortes, sensações tão boas, desejos tão intensos, que fez desse simples ato de roçar bocas algo que a gente nunca esquece.
Quer dizer, às vezes, é até melhor esquecer. Porque beijo é tão, mas tão íntimo, que cada um faz de um jeito. E tem gente que não acerta. Coloca a língua no lugar errado, perde o ritmo, baba demais.
Para piorar a situação, se a gente erra na escolha da parceira, tipo se ele for meia sujinha, o beijo, além de ruim, pode ser perigoso. Um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes. Quando se beija alguém, resíduos de sua saliva permanecem em sua boca por até três dias!!!
Vai ver que é por isso que tem gente que tem medo de beijo. Verdade. Existe até um termo científico para designar quem fica apavorado com a possibilidade de trocar uns amassos: filemafobia. Essa fobia faz parte da ciência que se dedica a estudar os beijos, chamada filematologia.
Beijo de Amigos – conhecido como selinho. O selinho é sacramentado após os amigos grudarem delicadamente seus lábios, que deverão estar em formato “biquinho”, e mantê-los unidos por, no mínimo, um décimo de segundo. O Beijo de Amigos foi muito comum em certos períodos da história da humanidade, quando todos se cumprimentavam
naturalmente selando os lábios.
Beijo de Tia – aquele em que só as bochechas se encostam, e a boca beija o nada. As estatísticas indicam que há cada segundo, são dados 154.920.843.030 bilhões de Beijos de Tia no planeta Terra, o que faz desse estilo o mais popular de todos.
Beijo Roda Gigante – para praticar o Beijo Roda Gigante, é preciso ter muito equilíbrio e controlar a vertigem. Esse tipo de beijo exige sincronia total, já que o casal beijoqueiro fica virando a cabeça de um lado para o outro e a qualquer sinal de descuido, cacholas podem bater!
Beijo Conde Drácula – é o beijo que se entende até o pescoço. O maior perigo desse beijo é deixar o Conde Drácula se empolgar e deixar o famoso chupão no seu pescoço.
Beijo Fim de Feira – sabe quando você vai num churras, passa a tarde inteira no xaveco de uma mina, mas só depois de se fartar de picanha, frango a passarinho e pão com vinagrete é que vocês se beijam? Pois é, nesse momento vocês estão exercitando o famoso Beijo Fim de Feira…
Quem disse que “um beijo é só um beijo” certamente não foi beijado com um daqueles de tirar o fôlego. Um beijo pode ser sexy, doce, lento, rápido, suave, simples, quente. O vocabulário é pouco para dizer tudo o que os lábios podem transmitir.
O beijo por si só é uma arte e o Kama Sutra reconhece seu poder para expressar sentimentos, emoções e paixões. Por isso, no livro há descrição com detalhes dos beijos e ocasiões em que cada um dos tipos de beijo devem ser usados.
O ato de beijar combina três sentidos: o paladar, o tato e o olfato. Se cada sentido, separadamente, é capaz de produzir uma forte reação emocional, os três juntos podem transportar a pessoa para o “sétimo céu”.
Os beijos podem ir desde um contato fugaz, como um atrito inesperado, até uma fusão de dois corpos por meio dos lábios. Nos dois extremos, existem numerosas variações, ainda que muitas pessoas descuidem desta habilidade que, como todas, está sujeita às leis de aprendizagem: constância, criatividade e paciência.
Segundo o Kama Sutra, os 30 tipos de beijos são:
1. Beijo de lado
Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura.
Essa é uma das formas mais comuns de se beijar e a preferida dos filmes. As cabeças inclinadas permitem um melhor contato dos lábios e uma penetração profunda da língua. É um modo excelente de começar um encontro amoroso apaixonado e também um modo de estimular a paixão entre o casal.
2. Beijo inclinado
Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente.
3. Beijo direto
Quando os lábios dos dois se unem diretamente e se chupam como se fossem uma fruta madura. É um tipo de beijo em que o importante é que além de serem chupados, os lábios sejam mordiscados e levemente acariciados com a língua. É um beijo tranqüilo e demorado, que pode expressar uma forte paixão e que excita muitas pessoas mais do que o beijo de língua.
4. Beijo pressão
Os lábios se pressionam fortemente com a boca fechada. É um beijo para iniciar a relação ou para terminá-la, não convém mantê-lo por muito tempo. Os dentes se cravam na parte interior dos lábios e pode sair sangue.
5. Beijo superior
Quando um dos dois pega o lábio superior com seus dentes e o outro devolve o “carinho” beijando-lhe o lábio inferior. Na descrição deste beijo fala-se que uma pessoa do casal deve tomar a iniciativa e o outro se limita a correspondê-la. Uma possível razão para isso é que o Kama Sutra foi escrito para homens ativos e mulheres passivas. Mas, nos casais atuais, cada um deve ser o mais criativo possível e deixar que a imaginação se expresse como ela é, e não se limite a responder a iniciativa do outro.
6. Beijo broche
Quando um dos dois se prende aos lábios de seu amante, isso é chamado de beijo broche. E se o que realiza o beijo toca seus dentes, a gengiva ou o céu da boca com a língua, esse beijo chama-se “luta de língua”.
7. Beijo palpitante
Quando um dos dois deposita sobre os lábios milhares de beijos bem pequenos percorrendo toda a boca e as comissuras (junção dos lábios).
8. Beijo contato
Quando se toca ligeiramente com a língua a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.
9. Beijo para acender a chama
É o beijo na comissura (junção) dos lábios que costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.
10. Beijo para distrair
O beijo ideal para quando vocês estiverem assistindo a algo na televisão e a pessoa quer chamar a atenção do parceiro com seus beijos. Para começar, lembre-se de que nem todos os beijos precisam ser na boca. Segundo o Kama Sutra, outros lugares recomendados para iniciar a “batalha” são: a testa, os olhos, as bochechas, o peito, os seios, a zona abaixo da boca, a cabeça, a nuca e o pescoço junto com a clavícula.
11. Beijo nominal
Quando um dos dois se limita a tocar a boca do outro, depois de beijá-la, com os dedos.
12. Beijo com os cílios
Quando se percorre os lábios ou o rosto do outro e se acariciam os cílios com beijos.
13. Beijo com um dedo
Quando o amante percorre a boca da amada por dentro e por fora com um dedo.
14. Beijo com dois dedos
Quando o amante fecha dois dedos, molha-os ligeiramente nos lábios da amada e faz uma pressão sobre sua boca.
15. Beijo que desperta
O beijo que se dá nas têmporas, próximo da raiz do cabelo, quando o outro está dormindo, para despertá-lo com suavidade.
16. Beijo que demonstra
Costumam ser dados à noite e em lugares públicos. Um dos dois se aproxima do outro e o beija suavemente na mão ou no pescoço.
17. Beijo da lembrança
É dado quando os amantes estão descansando após a satisfação sexual e um dos dois coloca a cabeça sobre a coxa do outro e deixa-a cair, como se estivesse com sono, beijando-lhe na coxa ou nos dedos do pé.
18. Beijo transferido
Esse beijo ocorre quando o amante, na presença da amada, beija alguém que esteja próximo dele no rosto, ou mesmo alguma foto ou qualquer outra coisa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira.
19. Beijo choroso
É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência do outro beija seu retrato.
20. Beijo viajante
Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida.
21. Beijo no peito
Os beijos mais efetivos nos seios são os que se aplicam primeiro com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e, se a parceira o deseja e gosta desse tipo de beijo, pode-se pegar os seios com os dentes e pressionar ligeiramente. Algumas pessoas preferem sentir um pouco de dor nos seios quando estão prestes a ter um orgasmo.
22. Beijo sem pressa
A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos.
Depois disto tudo....ficou com vontade de beijar...?
Então do que está á espera...?
Eu estou á espera que o beijo prometido apareça...!!!!!
Só hoje eu dou beijos cheios de luar a todos vós!:))))
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Catarina em sonhos.
Porque era seu olhar sempre longe e perdido no tempo,na vista de algo que jamais se avistava.
Porque perdida estava sempre Catarina,naquele tempo que não existe.Naquele mundo que apenas se vive enquanto se dorme.
...Acorda Catarina...!
Existiam dias na vida de Catarina que pareciam que se viviam em cima de uma nuvem e não na terra,Catarina sentia que flutuava...que não existia,no real,apenas no imaginario.
...como queres que eu te diga onde estou....se eu propia me perdi de mim...como queres que eu te diga quando chego....se eu não sei qual o caminho que tomei...
Tudo parecia ter a sensação de dermência,tudo ao seu redor parecia feito de pó.Apenas com a simples deslocação de ar á sua passagem,tudo se evaporava,tudo se desfazia....
Sem valências deixou tudo se tranformar em nada e não teve a coragem necessária para gritar alto em seu propio socorro.Deixou tudo deslizar esses anos todos,como um barco á vela no alto mar.
Tomou soluções,que não eram a solução para o seu problema.
...Quem quisseste tu enganar Catarina...?
Não esperes por mim,sou fraca demais para te têr á minha espera.
Posso demorar uma eternidade,como posso abandonar este barco depressa demais,mas nada mais te posso dizer,porque nem eu sei....
...Acorda Catarina...!
Ás vezes o mundo é cruel!Cruel demais...para Catarina.
Só em sonhos têm a seu lado o que mais deseja.Só em sonhos vive uma realidade perdida.
No dia a dia perdesse na demente maneira de viver silenciosamente e solitáriamente a teu lado,apenas aparentemente.
Porque perdida estava sempre Catarina,naquele tempo que não existe.Naquele mundo que apenas se vive enquanto se dorme.
...Acorda Catarina...!
Existiam dias na vida de Catarina que pareciam que se viviam em cima de uma nuvem e não na terra,Catarina sentia que flutuava...que não existia,no real,apenas no imaginario.
...como queres que eu te diga onde estou....se eu propia me perdi de mim...como queres que eu te diga quando chego....se eu não sei qual o caminho que tomei...
Tudo parecia ter a sensação de dermência,tudo ao seu redor parecia feito de pó.Apenas com a simples deslocação de ar á sua passagem,tudo se evaporava,tudo se desfazia....
Sem valências deixou tudo se tranformar em nada e não teve a coragem necessária para gritar alto em seu propio socorro.Deixou tudo deslizar esses anos todos,como um barco á vela no alto mar.
Tomou soluções,que não eram a solução para o seu problema.
...Quem quisseste tu enganar Catarina...?
Não esperes por mim,sou fraca demais para te têr á minha espera.
Posso demorar uma eternidade,como posso abandonar este barco depressa demais,mas nada mais te posso dizer,porque nem eu sei....
...Acorda Catarina...!
Ás vezes o mundo é cruel!Cruel demais...para Catarina.
Só em sonhos têm a seu lado o que mais deseja.Só em sonhos vive uma realidade perdida.
No dia a dia perdesse na demente maneira de viver silenciosamente e solitáriamente a teu lado,apenas aparentemente.
E um dia se lhe perguntares....Catarina responderá certamente...
...No sentimento doloroso que foi a tua ausência permanente,apaixonei-me por outra pessoa....
Mas o seu tesouro encontra-se ali.... mesmo a seu lado...e é, a unica coisa valiosa que lhe pretençe...
...deixa-te ficar a dormir, Catarina...!quinta-feira, 8 de abril de 2010
História VIII
Estava um dia quente de Primavera,como aqueles que outrora foram risonhos e felizes junto a quem mais desejava.
Sentou-se naquele areal quase deserto e enterrou os pés, naquela areia macia e fria, molhada pela agua salgada do mar.
Ficou apenas apreciando o momento,apreciando a sua filha correr de alegria para lá e para cá, brincando com as pequenas rebentações do mar que morriam á beira mar.
Que beleza... de cenário aquele.
Que beleza ...é a alegria de uma criança que brinca.
Que beleza... é a vida de uma criança, que quando são felizes,tudo se simplifica á inocência de qualquer momento.
Sorria de prazer de assistir a tamanha beleza, tão simples.
Sorria por poder usufruir de momentos assim dia após dia e assimilou uma vez mais que não conseguiria viver sem ela,um unico momento que fosse.
O sol quente e a brisa suave que tocavam em seu rosto faziam-na recordar alguns minutos de felicidade atras no tempo ,não como Mãe mas como Mulher....e eram esses momentos que faziam seus olhos se encherem de aguá salgada.
Uma mistura de sentimentos brotaram de seu peito, um misto de alegria e tristeza...
Principalmente quando se questionava se teria tomado a desição mais certa....o afastamento....
Mas a sua vida era complicada demais para poder deixar alguêm esperando por si,principalmente se não tinha certeza se esse alguêm quereria mesmo esperar....
Um riso alto de criança absorveu seus pensamentos e deixou-os perdidos naquele instante momento.
Levantou-se deu a mão a sua filha e as duas correram em direção ao final daquela praia que jamais parecia ter fim.Rodopiaram....dançaram....rebolaram na areia mais quente e seca....e riam de nadas que traziam a maior felicidade...
Perdia-se a condição de Mulher novamente e permanecia apenas na condição de Mãe,essa sim era a mais importante...um dia...,um dia mais á frente, ainda distante, quem sabe se um dia....voltaria a ter esse alguêm ainda a seu lado e aí conseguisse por fim ter novamente a condição de Mulher novamente....e voltasse a recordar como é o Amor verdadeiro entre um homem e uma mulher.Sabia perfeitamente que era um risco que corria,mas neste momento,não poderia oferecer promessas dum tempo que não sabia como iria ser...
E ambas correndo naquela praia,continuavam rindo e brincando, como ambas fossem duas crianças em que a inocência fazia parte das suas vidas.
Molharam os pés e saltavam de alegria enquanto o tempo passava e deixava marcas fundas no sentir.
Dentro do coração de alguêm que ainda continuava do outro lado com carinho e doçura, marcava uma presença ausente largando esperanças incognitas,mas que conseguiam tranpôr a barreira do impossivél e alegrar um coração dorido e solitário de uma Mulher...
Sentou-se naquele areal quase deserto e enterrou os pés, naquela areia macia e fria, molhada pela agua salgada do mar.
Ficou apenas apreciando o momento,apreciando a sua filha correr de alegria para lá e para cá, brincando com as pequenas rebentações do mar que morriam á beira mar.
Que beleza... de cenário aquele.
Que beleza ...é a alegria de uma criança que brinca.
Que beleza... é a vida de uma criança, que quando são felizes,tudo se simplifica á inocência de qualquer momento.
Sorria de prazer de assistir a tamanha beleza, tão simples.
Sorria por poder usufruir de momentos assim dia após dia e assimilou uma vez mais que não conseguiria viver sem ela,um unico momento que fosse.
O sol quente e a brisa suave que tocavam em seu rosto faziam-na recordar alguns minutos de felicidade atras no tempo ,não como Mãe mas como Mulher....e eram esses momentos que faziam seus olhos se encherem de aguá salgada.
Uma mistura de sentimentos brotaram de seu peito, um misto de alegria e tristeza...
Principalmente quando se questionava se teria tomado a desição mais certa....o afastamento....
Mas a sua vida era complicada demais para poder deixar alguêm esperando por si,principalmente se não tinha certeza se esse alguêm quereria mesmo esperar....
Um riso alto de criança absorveu seus pensamentos e deixou-os perdidos naquele instante momento.
Levantou-se deu a mão a sua filha e as duas correram em direção ao final daquela praia que jamais parecia ter fim.Rodopiaram....dançaram....rebolaram na areia mais quente e seca....e riam de nadas que traziam a maior felicidade...
Perdia-se a condição de Mulher novamente e permanecia apenas na condição de Mãe,essa sim era a mais importante...um dia...,um dia mais á frente, ainda distante, quem sabe se um dia....voltaria a ter esse alguêm ainda a seu lado e aí conseguisse por fim ter novamente a condição de Mulher novamente....e voltasse a recordar como é o Amor verdadeiro entre um homem e uma mulher.Sabia perfeitamente que era um risco que corria,mas neste momento,não poderia oferecer promessas dum tempo que não sabia como iria ser...
E ambas correndo naquela praia,continuavam rindo e brincando, como ambas fossem duas crianças em que a inocência fazia parte das suas vidas.
Molharam os pés e saltavam de alegria enquanto o tempo passava e deixava marcas fundas no sentir.
Dentro do coração de alguêm que ainda continuava do outro lado com carinho e doçura, marcava uma presença ausente largando esperanças incognitas,mas que conseguiam tranpôr a barreira do impossivél e alegrar um coração dorido e solitário de uma Mulher...
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Eu sei lá...
“Não sei se quero descansar, por estar realmente cansada ou se quero descansar para desistir”
* Clarice Lispector *
Corria por aquele campo adentro, pela ânsia disso mesmo,de apenas sentir o tempo correr sem nada se passar. Tal monstro da duvida da incerteza voltava..., correr sem saber se um dia voltaria a perder ou simplesmente a fugir novamente, mesmo que a distância fosse o ponto mais frio. Umas vezes traímos anjos, outras monstros e outras absolutamente Deus. Apenas com um olhar as últimas palavras: "evita-me sem olhares para trás…nunca te esqueças... nunca tentes mudar um ser que já não têm coração..."
E eu… campo adentro, mergulho no abismo, pois na eterna luta contra os monstros corremos sempre o risco de nos transformarmos num deles…
terça-feira, 30 de março de 2010
Selo
Querido amigo agradeço-te, com humildade, a homenagem que me prestas ao me atribuires este selo. É com todo o meu carinho e prazer que aprecio a tua escrita/sentimento, leio e comento,a ti um beijinho cheio de luar!
Segundo ele este selo tem a finalidade de homenagear os comentaristas que além da assiduidade dos comentários e do esmero com que são feitos, provocam-nos a reflexão, entusiasmo e empolgação para continuidade do nosso trabalho.
A regra é passar o selo a outros blogues que tem a mesma referência para o Moonlight, ou seja os meus Comentaristas Excelentes, uma missão que como vocês que já me conhecem tão bem sabem á partida que eu adoro quebrar....e oferecer com imenso carinho a todos os que me comentam.Porque sinceramente, tenho como opinião que todos os que me seguem e comentam são merecedores deste selo.Portanto é vosso! Façam o favor de se sentirem á vontade para o levarem para o vosso cantinho se assim o desejarem!
quinta-feira, 25 de março de 2010
(...)
"Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qual jamais sairemos vivos."
Bob Marley
quarta-feira, 24 de março de 2010
Horizonte perdido....
"Enquanto protelamos a vida passa por nós a correr."
Séneca
Séneca
(...)queres que vá ou que fique...?(...)
A pergunta feita outrora ecoava nos seus ouvidos.
A resposta dada teria sido a mais correcta,agora auferia-se os actos.
Não poderia têr dito que permanecesse,não seria justo faze-lo por tempo indeterminado...
Não poderia têr dito que partisse,não seria justo adulterar os própios sentimentos....
Por vezes....
temos pressa, por isso, caminhamos, devagar, rumo ao futuro que pode vir a ser aquilo que está escrito em nossos corações e almas.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Bom dia, Sol!
O sol vem devagar no horizonte
Trazendo mais um dia de esperança
E nossos olhares molhados da noite
Cegam ao vê-lo chegar.
É outro dia que começa,
Outro passo que dou sem medo
É o segredo que se liberta
Do meu peito rumo à porta aberta.
E paro enfim de procurar
O que tanto me cancei de imaginar
Despida de véus,lanço preces aos céus
Por agora te conseguir realizar
Abro a porta de par em par
Para deixar todo este Sol entrar...entrar....
Mais uma magnifica parceria com meu querido amigo, das Palavras Mágicas e da sensibilidade fantástica, Alcides e seu maravilhoso Abismo Nocturno.
Neste segundo dia de Primavera ,aqui em Portugal e segundo dia de Outono no Brasil,temos o prazer de juntar as nossas palavras e o som maravilhoso escolhido pelo Alcides para um belo dia de Sol.
Pela singela amizade que temos,hoje deixarei aqui umas poucas palavras que traduzem o sentimento,
"Não há solidão mais triste do que a do homem sem amizades.
A falta de amigos faz com que o mundo pareça um deserto ."
Obrigada meu amigo Alcides por seres mais uma flor no meu jardim!
quinta-feira, 18 de março de 2010
O lenço de Catarina
Saiu do café vasculhando a mala em busca do isqueiro ,para acender o seu cigarro da manhã...maldito!...nunca estava no sitio certo-lamentou Catarina.
Sem meia medidas olhou..., viu um rapaz segurando um cigarro enquanto conversava com outro e avançou decididamente em sua direcção pedindo-lhe lume.
A sua altiva figura naõ deixava transparecer o seu fragil e constrangido ser.
Sempre olhava nos olhos as pessoas que com ela conversavam ou apenas metiam conversa.
Sempre....mas naquele momento ...aquele rapaz ,fez com que algo dentro dela se depara-se com a cruel e dificil realidade de assumir que a vida não pára,
e então, fixou os olhos no chão,acendeu o cigarro devolveu o isqueiro agradecida e retirou-se,sempre sem olhar o rapaz nos olhos....
Catarina continuou na sua caminhada pelo passeio fora rugando pragas a si propia, (e não só) por nunca guardar o isqueiro dentro da mala depois de o utilizar...maldito sejas que não estavas no sitio que deverias....
Deu alguns passos mais e uma rajada de vento forte fez com que o lenco,que trazia ao pescoço,se soltasse e desaparecesse em menos de nada.Não teve tempo de o agarrar,apenas de o vêr a esvoaçar e afastar-se dela.Deixou-se ficar assim apenas olhando ele afastar-se e pensando...
...vai Catarina....vai fechando os olhos á vida...como se não a visses passar por ti...
...vai Catarina... vai deixando o tempo passar...vai deixando te consumirem como os abutres preseguem as suas vitimas,que acabam por desfalecer.
...vai Catarina....fica assim imovél observando tudo desaparecer do teu campo de visão e tu ficares parada...assistindo a tudo ,do camarote.......vai Catarina....
Vai Catarina!Corre!
Não te esqueças que o tempo têm pernas longas e tu nunca o conseguirás apanhar!
Corre Catarina!
Atira-te de braços abertos!Só voa quem têm sonhos acordada!
Não tenhas medo de não ter chaõ Catarina!
Atira-te á vida Catarina!
Eu sei....,desculpa.
Ainda estás de joelhos apanhando e colando os ultimos cacos da tua vida....
Sorriu....
.....virou costas,e continuou o seu trajecto...sem se preocupar...sem correr atrás do lenço...
...simplesmente assistindo ao seu esvoar como um pássaro livre....
Sem meia medidas olhou..., viu um rapaz segurando um cigarro enquanto conversava com outro e avançou decididamente em sua direcção pedindo-lhe lume.
A sua altiva figura naõ deixava transparecer o seu fragil e constrangido ser.
Sempre olhava nos olhos as pessoas que com ela conversavam ou apenas metiam conversa.
Sempre....mas naquele momento ...aquele rapaz ,fez com que algo dentro dela se depara-se com a cruel e dificil realidade de assumir que a vida não pára,
e então, fixou os olhos no chão,acendeu o cigarro devolveu o isqueiro agradecida e retirou-se,sempre sem olhar o rapaz nos olhos....
Catarina continuou na sua caminhada pelo passeio fora rugando pragas a si propia, (e não só) por nunca guardar o isqueiro dentro da mala depois de o utilizar...maldito sejas que não estavas no sitio que deverias....
Deu alguns passos mais e uma rajada de vento forte fez com que o lenco,que trazia ao pescoço,se soltasse e desaparecesse em menos de nada.Não teve tempo de o agarrar,apenas de o vêr a esvoaçar e afastar-se dela.Deixou-se ficar assim apenas olhando ele afastar-se e pensando...
...vai Catarina....vai fechando os olhos á vida...como se não a visses passar por ti...
...vai Catarina... vai deixando o tempo passar...vai deixando te consumirem como os abutres preseguem as suas vitimas,que acabam por desfalecer.
...vai Catarina....fica assim imovél observando tudo desaparecer do teu campo de visão e tu ficares parada...assistindo a tudo ,do camarote.......vai Catarina....
Vai Catarina!Corre!
Não te esqueças que o tempo têm pernas longas e tu nunca o conseguirás apanhar!
Corre Catarina!
Atira-te de braços abertos!Só voa quem têm sonhos acordada!
Não tenhas medo de não ter chaõ Catarina!
Atira-te á vida Catarina!
Eu sei....,desculpa.
Ainda estás de joelhos apanhando e colando os ultimos cacos da tua vida....
Sorriu....
.....virou costas,e continuou o seu trajecto...sem se preocupar...sem correr atrás do lenço...
...simplesmente assistindo ao seu esvoar como um pássaro livre....
segunda-feira, 15 de março de 2010
..
Visto do Céu
(...) Ninguêm vê os mortos irem-se embora quando eles decidem realmente partir.É assim mesmo .Quanto muito,sente-se uma espécie de sussurro no ar,mais ou menos como uma mulher na ultima fila de uma sala de conferencias em quem ninguêm repara quando sai.Só os que estão juntos da porta,como a avó Lynn,é que dão por isso;para o resto,é como uma brisa inexplicável numa sala fechada.
A avó Lynn morreu uns anos depois,mas ainda não a vi aqui.Imagino-a no céu dela,a beber mint juleps com o Tennessee Williams e o Dean Martin.Aparece por cá quando lhe der na real gana,tenho a certeza.
Para ser honesta,confesso que ainda dou um saltinho á Terra de vez em quando para ver a minha familia.Não consigo evitar.E ás vezes tambem eles ainda pensam em mim.Não conseguem evitar.(...)
(...)Agora,estou num sitio a que chamo Céu Imenso,porque inclui todos os meus desejos mais simples e tambem os mais humildes e os mais grandiosos.A palavra que o meu avô usa é conforto.(...)
Susie Salmon tem o olhar vivo e irrequieto dos seus catorze anos. Observa o desenrolar da vida: os colegas, a família, o lente passar dos meses e das estações. Está tudo muito calmo, tudo parece muito acolhedor. Um único pormenor desmente tanta placidez: é que, de facto, Susie já morreu. Estranhamente, o céu parece-se muito com o recreio da escola, nem sequer faltam os baloiços. A pouco e pouco, Susie compreende que é o centro das atenções: os colegas comentam os rumores sobre o seu desaparecimento, a família ainda acredita que ela poderá ser encontrada, o assassino tenta esconder as pistas do seu crime...
Neste livro/filme, acompanhamos Susie, uma jovem de 14 anos que foi barbaramente assassinada pelo seu vizinho. No céu, Susie descrevemos como foi assassinada, como a sua família e amigos lidaram com a sua morte, como conseguiram viver as suas vidas com a dor, e como um assassino consegue escapar ou não da polícia.
Neste livro/filme, infelizmente apesar da história ser hoje em dia uma história comum existe um lado fantasticamente belo.
O outro lado.
Aquele lado entre a terra e o céu...
Aquele sitío que sempre me fascinou e me fez sempre imaginar como seria ou melhor como será.
Por incrivél que possa parecer, quando li este livro,no Verão de 2005,imaginei em meu pensamento certas imagens que agora, ao já ter assistido ao filme se assemelham a minha ideológica, de como será esse sitio...
Um lindo e maravilhoso local onde consegui-mos usufruir das pessoas que gostamos mesmo não estando lá fisicamente.
Posso vos dizer que realmente encontrei neste livro/filme o que passo a transcrever;
"É um turbilhão de emoções
O filme centra-se em personagens de carne, osso e alma e fala--nos de forma comovente e tragicamente bela da vida e da morte, da perda e do trabalho de cura que o tempo faz em relação à dor. Da vida aqui na Terra e da espiritualidade, da raiva e do apaziguamento. Cada um de nós poderá fazer a leitura que quiser."
João Antunes-Jornal de Noticias
(...) Ninguêm vê os mortos irem-se embora quando eles decidem realmente partir.É assim mesmo .Quanto muito,sente-se uma espécie de sussurro no ar,mais ou menos como uma mulher na ultima fila de uma sala de conferencias em quem ninguêm repara quando sai.Só os que estão juntos da porta,como a avó Lynn,é que dão por isso;para o resto,é como uma brisa inexplicável numa sala fechada.
A avó Lynn morreu uns anos depois,mas ainda não a vi aqui.Imagino-a no céu dela,a beber mint juleps com o Tennessee Williams e o Dean Martin.Aparece por cá quando lhe der na real gana,tenho a certeza.
Para ser honesta,confesso que ainda dou um saltinho á Terra de vez em quando para ver a minha familia.Não consigo evitar.E ás vezes tambem eles ainda pensam em mim.Não conseguem evitar.(...)
(...)Agora,estou num sitio a que chamo Céu Imenso,porque inclui todos os meus desejos mais simples e tambem os mais humildes e os mais grandiosos.A palavra que o meu avô usa é conforto.(...)
Susie Salmon tem o olhar vivo e irrequieto dos seus catorze anos. Observa o desenrolar da vida: os colegas, a família, o lente passar dos meses e das estações. Está tudo muito calmo, tudo parece muito acolhedor. Um único pormenor desmente tanta placidez: é que, de facto, Susie já morreu. Estranhamente, o céu parece-se muito com o recreio da escola, nem sequer faltam os baloiços. A pouco e pouco, Susie compreende que é o centro das atenções: os colegas comentam os rumores sobre o seu desaparecimento, a família ainda acredita que ela poderá ser encontrada, o assassino tenta esconder as pistas do seu crime...
Neste livro/filme, acompanhamos Susie, uma jovem de 14 anos que foi barbaramente assassinada pelo seu vizinho. No céu, Susie descrevemos como foi assassinada, como a sua família e amigos lidaram com a sua morte, como conseguiram viver as suas vidas com a dor, e como um assassino consegue escapar ou não da polícia.
Neste livro/filme, infelizmente apesar da história ser hoje em dia uma história comum existe um lado fantasticamente belo.
O outro lado.
Aquele lado entre a terra e o céu...
Aquele sitío que sempre me fascinou e me fez sempre imaginar como seria ou melhor como será.
Por incrivél que possa parecer, quando li este livro,no Verão de 2005,imaginei em meu pensamento certas imagens que agora, ao já ter assistido ao filme se assemelham a minha ideológica, de como será esse sitio...
Um lindo e maravilhoso local onde consegui-mos usufruir das pessoas que gostamos mesmo não estando lá fisicamente.
Posso vos dizer que realmente encontrei neste livro/filme o que passo a transcrever;
"É um turbilhão de emoções
O filme centra-se em personagens de carne, osso e alma e fala--nos de forma comovente e tragicamente bela da vida e da morte, da perda e do trabalho de cura que o tempo faz em relação à dor. Da vida aqui na Terra e da espiritualidade, da raiva e do apaziguamento. Cada um de nós poderá fazer a leitura que quiser."
João Antunes-Jornal de Noticias
quinta-feira, 11 de março de 2010
Era uma vez...
Num dia apareceu um lindo arco-irís no céu.Só que uma menina reparou que algo estava errado.Só existiam seis cores!
-Onde está o azul?
-Não sabemos o que aconteceu!...respondeu o laranja,preocupado.
-Queres ajudar-nos?-pediu o amarelo.
A menina procurou,procurou,até que no cimo de umas escadas viu um duende com um pote fechado com a cor azul lá dentro.
-Olá!Porque tens o azul do arco irís?
-Preciso desta cor.A fada de quem eu gosto é azul.Quero ser como ela.Eu sou verde!
-Tens de gostar de ti como és!...disse a menina.
-Se eu te ajudar,devolves-me a cor azul?
-Sim!!!Pulou de entusiasmo o duende.
-Ela está no reino das fadas a apanhar flores.
-Espera,que não demoro...disse a menina.
-Olá fada!Preciso falar contigo sobre o duende verde.Ele gosta de ti.
-Sempre o achei divertido,mas timido.
-Nada disso.Por gostar tanto de ti,até levou a cor azul do arco irís,para ficar como tu!
-Mas eu gosto dele assim:Verde e divertido!
Os dois ficaram namorados e o azul foi devolvido ao arco irís....
-Onde está o azul?
-Não sabemos o que aconteceu!...respondeu o laranja,preocupado.
-Queres ajudar-nos?-pediu o amarelo.
A menina procurou,procurou,até que no cimo de umas escadas viu um duende com um pote fechado com a cor azul lá dentro.
-Olá!Porque tens o azul do arco irís?
-Preciso desta cor.A fada de quem eu gosto é azul.Quero ser como ela.Eu sou verde!
-Tens de gostar de ti como és!...disse a menina.
-Se eu te ajudar,devolves-me a cor azul?
-Sim!!!Pulou de entusiasmo o duende.
-Ela está no reino das fadas a apanhar flores.
-Espera,que não demoro...disse a menina.
-Olá fada!Preciso falar contigo sobre o duende verde.Ele gosta de ti.
-Sempre o achei divertido,mas timido.
-Nada disso.Por gostar tanto de ti,até levou a cor azul do arco irís,para ficar como tu!
-Mas eu gosto dele assim:Verde e divertido!
Os dois ficaram namorados e o azul foi devolvido ao arco irís....
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Insónia
Todo este tempo, todo o tempo que deixo de estar aqui, encontro-me lá fora, no mundo, a procurar o que outros procuram, a fazer o ...








