terça-feira, 8 de setembro de 2009
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Sou

"Por vezes,somente quando saímos de cena é que sabemos que papel representámos..."
Stanislaw Jerzy Lec
No teu regresso...a medo e cheio de insegurança...entendo que nem eu nem tu sabemos aquilo que devemos dizer...
Meu coração dispara a cada palavra tua...
O teu nunca o saberei...mas acredito que lhe aconteça o mesmo.
Mas...e tudo,tudo,tudo aquilo que dizemos...onde nos leva ?
Sou silenciosamente...tua.
Sou assim...afundada nos meus silêncios,nas minhas ausências e nos meus sonhos....
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Frustração...

«Quando te conheci,lias um romance de Anais Nin,na varanda da tua casa.Era Setembro e usavas fitas no cabelo.Deixaste-te ficar absorvida,sabendo que eu não tirava os olhos de ti,mas esqueceste-te de virar a pagina do livro....
Não me digas que, então não te amava...
Quem entende destas coisas não confunde Amor com Paixão.
As nossas primeiras conversas,foram sobre como seria mais tarde,connosco e não era nunca de uma casa que eu falava,mas de um lugar com muito chão,algumas almofadas e discos fora das capas.
Tu ouvias-me,com atenção.
Também expliquei,muitas vezes,a difícil teoria do desejo permanente e a relação disso com a intimidade ocasional.
Sabes...que reparava nos sapatos que levavas,quando ias a minha casa aos sábados á tarde...?
Já não usas fitas nos cabelos.
Agora já és apenas aquela que está sempre em casa quando chego...vivemos juntos.Enquanto eu faço a barba,tu lavas os dentes.
O cheiro da minha colónia mistura-se com o da tua.
Bem vejo a tua irritação,quando me enfronho nos meus livros,depois do jantar.E tu ficas á espera que eu invente uma saída,como fazíamos dantes.
Iamos a Óbidos,só para tirar fotografias!
Que aconteceu á tua cara?
Não te pedi que te tornasses a "dona" desta casa,e não esperes que eu te agradeça todo o trabalho.
O trabalho que tens para a manteres limpa e confortavél.
Cada botão que pregas na minha camisa,aproxima-te cada vez mais,da minha mãe...
O que é que perdes-te pouco a pouco,á medida que te fui conhecendo...?»
Este texto que aqui hoje vos apresento,não é de minha autoria,mas muito sinceramente não sei de quem é pois já há muito tempo que o escrevi e não sei de onde o tirei.
Mas é um texto que sempre me ficou no pensamento e acho que é bom de ser reflectido em todas as prespectivas...
O titulo que lhe dei,cada um de vós pode sentir como achar melhor...se a frustração pertence ao homem ou á mulher a quem é dirigido,eu tenho a minha propia opinião...
Espero que gostem!
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
Selinho
"O Selo Lemonade é o "prêmio" dado aos blogs que demonstram grande atitude ou pelos quais você tem gratidão."

Regras:
1.Colocar a logo em seu blog ou post;
2. Escolher no mínimo dez blogs que demonstram grande atitude ou pelos quais você tem gratidão;
3. Certificar-se de que publicou os links de seus nomeados em seu post;
4. Informá-los de que receberam este prêmio, comentando em seus blogs;
5. Partilhar o carinho, publicando os links deste post e da pessoa de quem você recebeu o prêmio.

Hoje recebi este selinho da minha amiga Kika http://avidaehcurtademais.blogspot.com/ e é com muito carinho que o post aqui.
Como não poderia deixar de ser vou quebrar as regras!!!!!!
Não vou escolher 10 blogs, pois todos voces, que me seguem têm atitude e eu tenho gratidão por voces.Então como tal, ofereço a todos vós ,que o queiram levar para o vosso cantinho.É bem merecido para todos, que eu conheço.
Regras:
1.Colocar a logo em seu blog ou post;
2. Escolher no mínimo dez blogs que demonstram grande atitude ou pelos quais você tem gratidão;
3. Certificar-se de que publicou os links de seus nomeados em seu post;
4. Informá-los de que receberam este prêmio, comentando em seus blogs;
5. Partilhar o carinho, publicando os links deste post e da pessoa de quem você recebeu o prêmio.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Ponyo-A beira-mar

"A realidade no mundos das crianças é muito mais bela que no mundo dos adultos"
Uma tarde bem passada na companhia da minha amada filhota.Como sempre!
A duvida entre uma ida á praia ou ao cinema.Opta-mos pelo cinema visto que ultimamente temos-nos cansado de ir para a praia,mesmo depois das férias.Rssss....
A ideia foi maravilhosa,eu adoro cada vez mais ver filmes de crianças e hoje em dia com a nova tecnologia a 3D(por acaso hoje não era a 3D)é possivél assistir a filmes fabulosos.E tendo em conta que a realidade cruel fica do lado de fora da porta do cinema e entramos num mundo completamente mágico.
Não consigo entender os pais que não tiram usufruto da companhia dos filhos e das coisa belas que com eles podemos fazer e neste caso até a simplicidade de um filme de cinema nos pode transportar para a mais bela terra dos sonhos.Foi o meu caso hoje.
Uma casinha á beira-mar...uma histórinha encantadora...e um significado tão prefeito...
Uma amizade verdadeira!O aceitar as pessoas como ela são na realidade,sempre e para sempre.
Supostamente estou ainda vivendo no mundo dos sonhos,mas para mim tal não o é dificíl!
Pois eu aceito dizer sem vergonha, que sou uma criança, em ponto grande!!!

«Certa manhã, quando brinca na praia, o pequeno Sosuke encontra um peixe vermelho preso num frasco de doce… Sosuke liberta o peixinho do frasco, a quem dá o nome de Ponyo, e promete protegê-lo para sempre. Mas, o pai de Ponyo, um feiticeiro que vive no fundo do mar, força o pequeno peixe a regressar às profundezas. Decidida em tornar-se humana, Ponyo foge para reencontrar Sosuke e espalha acidentalmente uma poção mágica pelo oceano, transformando as suas irmãs em ondas gigantes que ameaçam inundar a aldeia de Sosuke… o amor e a responsabilidade, o oceano e a vida, num mundo fantástico onde a magia também faz parte das coisas naturais do dia-a-dia.»
terça-feira, 1 de setembro de 2009
As palavras que não te pude dizer

Deixei-me adormecer em teu olhar
Segui, caminhando em passo lento
Para que não pudesses me acompanhar
Tive medo de não ter mais tempo...
Bem sei que tudo foi bonito
Mas não tinha tempo definido
O meu tempo é infinito
Nada podia ser prometido...
Meu final está destinado
Podia te ter feito acreditar
Só não sei quando designado
Para poder te mostrar...
A espera podia ser dura
Com vontade de terminar
Poderias esmorecer
E deixares de me querer...
Segui, caminhando em passo lento
Para que não pudesses me acompanhar
Tive medo de não ter mais tempo...
Bem sei que tudo foi bonito
Mas não tinha tempo definido
O meu tempo é infinito
Nada podia ser prometido...
Meu final está destinado
Podia te ter feito acreditar
Só não sei quando designado
Para poder te mostrar...
A espera podia ser dura
Com vontade de terminar
Poderias esmorecer
E deixares de me querer...
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Novamente

"Não há acasos,há apenas encontros."
Paul Eluard
...tudo se seca dentro de mim...
...quando acordo da noite em que tu, homem sem rosto, me visitas em sonho e me deixas sentir,emoções que já tinha apagado de mim...
Há tantos anos que me visitas e nunca consegui saber quem és.
A tua forma é sempre a mesma,o teu jeito sempre carinhoso,o teu amor sempre cheio de magias que não sei explicar...
E no acordar...fica aquele vazio...
...tudo se seca dentro de mim...
...quando acordo da noite em que tu, homem sem rosto, me visitas em sonho e me deixas sentir,emoções que já tinha apagado de mim...
Há tantos anos que me visitas e nunca consegui saber quem és.
A tua forma é sempre a mesma,o teu jeito sempre carinhoso,o teu amor sempre cheio de magias que não sei explicar...
E no acordar...fica aquele vazio...
Quem és tu...?
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
O propio reflexo

Enquanto espera sentada na mesa daquela esplanada,que o telemovél tocasse com alguma mensagem dele,mentalmente,pareceu-lhe ouvir a sua voz a sussurrar-lhe:Estás a ver grande idiota,como te tornei a descontrolar...
Fechou os olhos e reviu distintamente rosto dele:a doçura dos seus traços,o brilho daquele olhar esverdeado,os raios de sol tornando seus cabelos mais louros.Sentiu o cheiro da pele dele,ouviu o seu riso contagiante e a sua voz quando a chamava pelo nome.
Tudo isso a destruía.Tentou lutar afastando as recordações.
Chamou o barman e pagou a conta.Agarrou no telemovél e guardou-o, dentro da mala de mão.
Caminhou pela cidade.
Onde estaria ele agora?
Para se abstrair dos pensamentos,voltou a cabeça e pôs-se em frente do grande vidro da vitrina,forçando-se a ver as roupas que esta expunha.Com lágrimas nos olhos,pousou as mãos na vidraça e aproximou a cara do vidro.Como se estivesse na frente de um espelho,viu a sua imagem reflectida.Há quanto tempo não se tinha, verdadeiramente,olhando ao espelho?
Diante de si tinha uma mulher frágil e só,cheia de contradições.
Uma mulher/mãe á beira dum turbilhão de pensamentos.Uma mulher em luta consigo mesma.Uma luta sem tréguas contra a sua inimiga interior.
Fechou os olhos e sentiu que as lágrimas lhe corriam no rosto.
Limpou a cara,olhou-se no vidro,considerou que tinha envelhecido dez anos em dez minutos.
Sentiu a presença de alguém se aproximando da montra e saiu precisando de alguns segundos para ver onde estava e que direcção deveria seguir....
Musica escolhida;Tiago Bettencourt-O jogo
terça-feira, 25 de agosto de 2009
Viajante...Visitante...Meu amor mais errante...Que nesta noite escura,
Senti saudades.
Tudo me leva a pensar,
Talvez te tenhas esquecido de mim...
Foi um amor ausente,
Que nunca adormeci...
Mas neste vazio que disfarço,
Fecho os olhos e espero....
Que um dia troques o passo,
E encontres teu caminho...
Não de encontro a mim,
Mas apenas a um sonho que não tenha mais fim...
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Ilusão
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Lisboa!
Onde me perco olhando o Tejo.
Cidade que me deu vida.
Adoro,a minha cidade!
"Lisboa,menina e moça"
Faluas,
Vaga lembrança
Qu'eu de criança
Guardei para mim
Se as vejo ainda
Às vezes no Tejo
Revivo a alegria
Do tempo em que via no rio a passar
Faluas do Tejo
Que eu via a brincar
E agora não vejo
No rio a passar
Faluas vadias
Que andavam ali
Em tardes perdidas
Qu'eu nunca esqueci
E era tanta à beleza
Que essas velas ao sol vinham criar
Belo quadro da infância
Que ainda não se apagou
E eu tenho a certeza
Que as Faluas do Tejo hão-de voltar
Outra vez a Lisboa
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Insónia
Todo este tempo, todo o tempo que deixo de estar aqui, encontro-me lá fora, no mundo, a procurar o que outros procuram, a fazer o ...
