
Quando suspendo o meu fôlego e o brilho teima em preencher os meus olhos,beijo-te a face....em pensamento... em silencio e no vazio do espaço temporal.
Olho a pedra fria e sei que jamais voltarás a erguer-te.
Em meu corpo,no meio das minhas mãos, descansa ainda a tua mão moribunda....
Recordo....sempre te recordo...
È-me tão difícil ser forte ...como sempre dizias que eu era.Mas como poderei ser se alguêm assim como tu,partiu por um tempo sem fim.
Sabes...?È atravez dos prados onde corremos em noites de sonho,quando de longe em longe me vens ainda visitar...que tento apariziguar esta dôr.
Tenho saudades das nossas conversas longas,da nossa amizade aqui na terra.
Mas ela veio como uma ladra,naquele fim tarde de vento suave e calor.
Como uma ladra nao avisou e apenas te levou...
Este pensamento meu, guerreia constantemente com as lagrimas dos meus olhos, que teimam em cair sempre que te recordo.E que sei que por todos os anos que viva jamais secarão.
Maldita tarde fatal...que naquele corredor imenso eu corri para de ti me despedir... tão mal...
Hoje embalo esta dôr no frio da pedra que ficou a marcar o teu lugar....pois foi contigo que eu dasaprendi o idioma do Adeus....e uma vez mais não me despeço e apenas te digo em silencio.....
..........ate já....







